PCP de ‘pé atrás’ com convite de António Costa a nova “base de entendimento” para aprovar OE2021
Os comunistas defendem que é preciso romper com o que dizem ser a “política de direita” seguida pelo PS, e entendem que só uma política “patriótica e de esquerda”, e o reforço do PCP podem contribuir para “uma vida melhor e mais justa”. O PCP diz ainda que será oposição “a todos os retrocessos que o PS queira impor”.
a que o primeiro-ministro, António Costa, se referiu no debate do estado da nação, a 24 de julho. “Se foi possível antes, certamente terá de ser possível agora. Se foi útil antes, revela-se indispensável agora, diante do desafio de vencer uma crise pandémica com aquela que nos assola”, afirmou António Costa.
Olhando para trás, o PCP critica a obsessão do PS com o “excedente orçamental” na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2020 e diz que essa “ficou marcada por insuficiências e limitações”. Sobre isso, os comunistas defendem ainda que o Governo preferiu dar “prioridade dada aos interesses do grande capital, em detrimento da resposta aos problemas estruturais do país e às necessidades dos trabalhadores e do povo”.
O mesmo aconteceu com o Orçamento Suplementar. O PCP diz que “a resposta do Governo tem sido marcada, nos aspetos centrais, pela submissão às imposições da União Europeia e por critérios e opções da política de direita”, o que distancia o posicionamento político do PCP das opções do Governo e do PS.
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